segunda-feira, 2 de julho de 2012
Fundação Dorina Nowill - sempre inovando
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Um pouco da nossa sala de recursos
Visitando a sala de recursos da EEB Catulo da Paixão Cerense, encontrei muitos materiais interessantes que as professoras trabalham com os alunos especiais. Fui informada que recebem muitos materiais da Fundação Catarinense de Educação Especial, materiais esses que contribuem muito com a aprendizagem dos alunos deficientes auditivos e deficientes visuais. Dentre eles fotografei os que mais me chamaram atenção e decidi compartilhar as idéias com vocês:
Este é um alfabeto que ajudam as crianças de baixa visão já se interar do que são as letrinhas em braile,e as crianças cegas aprenderem o braile
Aqui as crianças deficientes auditivas, aprendem em Libras conhecer os numerais
Neste painel, podem ser trabalhados os numerais e as operações, tanto em braile como em Libras
Espero, mais uma vez, ter contribuído com informações que irão ajudar vocês a ter uma aula mais atrativa com materiais concretos.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Algumas idéias..... :)
Crianças com baixa visão nem sempre encontram cura ou tratamento específico, pois cada caso é um tipo de patologia.Assim, cada professor deve procurar métodos didáticos para cada aluno individualmente.
Tudo que for apresentar ao aluno é interessante usar contrastes ,como o preto e o branco.
A ampliação de atividades para algumas crianças é imprescindível e extremamente necessária.
Devemos criar recursos concretos com materiais do uso no dia-a-dia do aluno. Ex.: para ensinar a adição: - faz-se uma base de fundo preta, que pode ser de papel, com a conta que deseja que o aluno responda em papel branco com escrita preta, aí, usar tampinhas de garrafa, palitos de picolé ou até mesmo copinhos para desenvolver a operação.
O professor deve também tentar identificar qual o tamanho de letra que o campo de visão do aluno alcança, para que ele sinta-se motivado na realiazação das tarefas.
Uma outra idéia interessante é cortar uma lâmina de raio x no tamanho de uma folha A4 e nela vazar tirinhas como se fosse uma grade para que o aluno possa escrever dentro das linhas.
Bom, por hoje é isso, espero ter contribuído pelo menos um pouquinho com sua aula.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Olhem que interessante uma matéria que encontrei durante minhas pesquisas
Adaptações didático-metodológicas para crianças com baixa visão e cegueira
A criança com baixa visão não necessita de adaptações significativas no currículo,mas precisa que os conteúdos sejam tratados de forma que ela possa participar ativamente de
todas as atividades e tarefas desenvolvidas pelos demais alunos.
O ponto de partida para o atendimento às necessidades específicas é que o professor saiba sobre as possibilidades de funcionamento visual do educando, ou seja: o que pode ver,como, a que distância, qual o tamanho das figuras, das letras, qual o tipo de contraste que facilita a visualização e discriminação do material.
Esfera visual é a distância em que as pessoas podem realizar discriminações. Isso depende muito do nível de acuidade visual e da capacidade acomodativa do aluno. Para atividades de literatura, lousa, teatro, TV, o professor especializado deve pesquisar em conjunto com o professor da sala regular quais as possibilidades de melhor funcionamento para o aluno. A baixa visão se caracteriza essencialmente pela visão prejudicada à distância. É importante o professor observar a que distância a criança consegue realizar tarefas visuais com boa resolução. Há crianças que só conseguem discriminar a pouca distância, encostando o material nos olhos ou no nariz. Para essas crianças, não faz mal aproximar o material, não haverá excesso de convergência, pois essa é a única forma pela qual elas conseguem ver. Outras crianças podem apresentar alteração de campo visual, isto é, podem perceber os objetos somente em determinadas posições: posição temporal, nasal, inferior ou superior. A partir do momento em que a criança adquire a consciência visual da distância e de seu melhor campo visual, o professor poderá ajudá-la afastando objetos já conhecidos para que ela possa exercitar a focalização em diferentes distâncias e utilizar os esquemas associativos. Por essa razão é que algumas crianças com alteração severa ou moderada, mostram pouco interesse por TV, jogos de vídeo e outros. As crianças com visão à distância prejudicada e alteração de campo visual associada poderão apresentar dificuldades em atividades de jogos corporais e atividades de educação física. Nesses casos, o professor deve elaborar estratégias de adaptação dos objetivos, da atividade e do material de forma que sirva para todos. Por exemplo: no jogo da amarelinha, o traçado pode ser mais largo e com bastante contraste. Mesmo as crianças cegas poderão jogá-lo, desde que as bordas sejam em relevo e haja dado sonoro. Jogos com bolas de alto contraste e guizo poderão beneficiar à todos, permitindo inclusive que a criança cega jogue basquete e futebol em condições de igualdade. ( http://rscavalcanti.blogspot.com.br/)
todas as atividades e tarefas desenvolvidas pelos demais alunos.
O ponto de partida para o atendimento às necessidades específicas é que o professor saiba sobre as possibilidades de funcionamento visual do educando, ou seja: o que pode ver,como, a que distância, qual o tamanho das figuras, das letras, qual o tipo de contraste que facilita a visualização e discriminação do material.
Esfera visual é a distância em que as pessoas podem realizar discriminações. Isso depende muito do nível de acuidade visual e da capacidade acomodativa do aluno. Para atividades de literatura, lousa, teatro, TV, o professor especializado deve pesquisar em conjunto com o professor da sala regular quais as possibilidades de melhor funcionamento para o aluno. A baixa visão se caracteriza essencialmente pela visão prejudicada à distância. É importante o professor observar a que distância a criança consegue realizar tarefas visuais com boa resolução. Há crianças que só conseguem discriminar a pouca distância, encostando o material nos olhos ou no nariz. Para essas crianças, não faz mal aproximar o material, não haverá excesso de convergência, pois essa é a única forma pela qual elas conseguem ver. Outras crianças podem apresentar alteração de campo visual, isto é, podem perceber os objetos somente em determinadas posições: posição temporal, nasal, inferior ou superior. A partir do momento em que a criança adquire a consciência visual da distância e de seu melhor campo visual, o professor poderá ajudá-la afastando objetos já conhecidos para que ela possa exercitar a focalização em diferentes distâncias e utilizar os esquemas associativos. Por essa razão é que algumas crianças com alteração severa ou moderada, mostram pouco interesse por TV, jogos de vídeo e outros. As crianças com visão à distância prejudicada e alteração de campo visual associada poderão apresentar dificuldades em atividades de jogos corporais e atividades de educação física. Nesses casos, o professor deve elaborar estratégias de adaptação dos objetivos, da atividade e do material de forma que sirva para todos. Por exemplo: no jogo da amarelinha, o traçado pode ser mais largo e com bastante contraste. Mesmo as crianças cegas poderão jogá-lo, desde que as bordas sejam em relevo e haja dado sonoro. Jogos com bolas de alto contraste e guizo poderão beneficiar à todos, permitindo inclusive que a criança cega jogue basquete e futebol em condições de igualdade. ( http://rscavalcanti.blogspot.com.br/)
quinta-feira, 24 de maio de 2012
homenagem
Essa foi uma bela campanha que fizemos na EEB Catulo da Paixão Cearense para um aluno de baixa visão que seu sonho era ganhar um video game. Filho de pais cegos, a criança possui deficiência visual que provavelmente no futuro também o levará à cegueira. A escola se mobilizou com a minha ajuda e da professora de artes para realizarmos esse sonho, que foi um sucesso. Todos se prontificaram a ajudar e o resultado foi uma bela campanha para um Natal mais feliz dessa criança. Ganhamos além do video game, TV,cama, colchão, roupas de cama, calçados, brinquedos, material escolar, enfim , tudo que precisava para uma grande festa na escola no dia da entrega, onde todas as crianças participaram, ganhando bolo, cachorro quente e refrigerante, além de um pacotinho de doces doados por uma empresa local. Essa ´a minha paixão pela criança especial!
terça-feira, 24 de abril de 2012
Programas de auxilio à pessoas com deficiência visual
Fonte: Google disponível no link : http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/sistdvox.html
O SISTEMA DOSVOX
O Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, situado no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, criou o sistema DOSVOX, destinado a auxiliar os deficientes visuais a usar o computador, executando tarefas como edição de textos (com impressão comum ou Braille) leitura/audição de textos anteriormente transcritos, utilização de ferramentas de produtividade faladas (calculadora, agenda, etc), além de diversos jogos. O sistema fala através de um sintetizador de som de baixo custo, que é acoplado a um microcomputador tipo IBM-PC.
O sistema DOSVOX evoluiu a partir do trabalho de Marcelo Pimentel, estudante de informática totalmente cego, e que desenvolveu o editor de textos do sistema. Marcelo é hoje programador do NCE, onde trabalha sob orientação acadêmica do prof.Antonio Borges, responsável pela coordenação do projeto DOSVOX.
São diversas as chaves que provocaram um sucesso extraordinário deste projeto, que hoje é utilizado por mais de 500 cegos de todo Brasil:
. custo muito baixo - o sistema foi industrializado e hoje é vendido por menos de 100 dólares.
. a tecnologia de produção é muito simples, e viável para as indústrias nacionais
. o sistema fala e lê em português
. o diálogo homem-máquina é feito de forma simples, removendo-se ao máximo os jargões do "computês".
. o sistema obedece às restrições e características da maioria das pessoas cegas leigas.
. o sistema utiliza padrões internacionais de computação, e assim, o DOSVOX pode ser lido e ler dados e textos gerados por programas e sistemas de uso comum em informática.
O projeto tem um grande impacto social pelo benefício que ele traz aos deficientes visuais, abrindo novas perspectivas de trabalho e de comunicação. O projeto é resultado do esforço de muitas pessoas, entre as quais se destacam o Eng. Diogo Fujio Takano, projetista do sintetizador de custo baixo e o analista Orlando José Rodrigues Alves (in memoriam) desenvolvedor de grande parte do sistema, e Luis Candido, também cego, que foi o primeiro responsável pela distribuição do DOSVOX para o Brasil. Segundo ele, "o mundo não vai se amoldar às necessidades do cego. Ele é que tem que se adaptar às dificuldades impostas por este".
A tecnologia, portanto, existe no Brasil. A idéia, portanto, é torná-la disponível para a comunidade. O próximo bloco fala de como esta tecnologia pode ser aplicada aos diversos problemas.
O Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, situado no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, criou o sistema DOSVOX, destinado a auxiliar os deficientes visuais a usar o computador, executando tarefas como edição de textos (com impressão comum ou Braille) leitura/audição de textos anteriormente transcritos, utilização de ferramentas de produtividade faladas (calculadora, agenda, etc), além de diversos jogos. O sistema fala através de um sintetizador de som de baixo custo, que é acoplado a um microcomputador tipo IBM-PC.
O sistema DOSVOX evoluiu a partir do trabalho de Marcelo Pimentel, estudante de informática totalmente cego, e que desenvolveu o editor de textos do sistema. Marcelo é hoje programador do NCE, onde trabalha sob orientação acadêmica do prof.Antonio Borges, responsável pela coordenação do projeto DOSVOX.
São diversas as chaves que provocaram um sucesso extraordinário deste projeto, que hoje é utilizado por mais de 500 cegos de todo Brasil:
. custo muito baixo - o sistema foi industrializado e hoje é vendido por menos de 100 dólares.
. a tecnologia de produção é muito simples, e viável para as indústrias nacionais
. o sistema fala e lê em português
. o diálogo homem-máquina é feito de forma simples, removendo-se ao máximo os jargões do "computês".
. o sistema obedece às restrições e características da maioria das pessoas cegas leigas.
. o sistema utiliza padrões internacionais de computação, e assim, o DOSVOX pode ser lido e ler dados e textos gerados por programas e sistemas de uso comum em informática.
O projeto tem um grande impacto social pelo benefício que ele traz aos deficientes visuais, abrindo novas perspectivas de trabalho e de comunicação. O projeto é resultado do esforço de muitas pessoas, entre as quais se destacam o Eng. Diogo Fujio Takano, projetista do sintetizador de custo baixo e o analista Orlando José Rodrigues Alves (in memoriam) desenvolvedor de grande parte do sistema, e Luis Candido, também cego, que foi o primeiro responsável pela distribuição do DOSVOX para o Brasil. Segundo ele, "o mundo não vai se amoldar às necessidades do cego. Ele é que tem que se adaptar às dificuldades impostas por este".
A tecnologia, portanto, existe no Brasil. A idéia, portanto, é torná-la disponível para a comunidade. O próximo bloco fala de como esta tecnologia pode ser aplicada aos diversos problemas.
Link para baixar o DOSVOX : http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm
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