terça-feira, 29 de maio de 2012

Olhem que interessante uma matéria que encontrei durante minhas pesquisas

Adaptações didático-metodológicas para crianças com baixa visão e cegueira

                                                            A criança com baixa visão não necessita de adaptações significativas no currículo,mas precisa que os conteúdos sejam tratados de forma que ela possa participar ativamente de
todas as atividades e tarefas desenvolvidas pelos demais alunos.
O ponto de partida para o atendimento às necessidades específicas é que o professor saiba sobre as possibilidades de funcionamento visual do educando, ou seja: o que pode ver,como, a que distância, qual o tamanho das figuras, das letras, qual o tipo de contraste que facilita a visualização e discriminação do material.
Esfera visual é a distância em que as pessoas podem realizar discriminações. Isso depende muito do nível de acuidade visual e da capacidade acomodativa do aluno. Para atividades de literatura, lousa, teatro, TV, o professor especializado deve pesquisar em conjunto com o professor da sala regular quais as possibilidades de melhor funcionamento para o aluno. A baixa visão se caracteriza essencialmente pela visão prejudicada à distância. É importante o professor observar a que distância a criança consegue realizar tarefas visuais com boa resolução. Há crianças que só conseguem discriminar a pouca distância, encostando o material nos olhos ou no nariz. Para essas crianças, não faz mal aproximar o material, não haverá excesso de convergência, pois essa é a única forma pela qual elas conseguem ver. Outras crianças podem apresentar alteração de campo visual, isto é, podem perceber os objetos somente em determinadas posições: posição temporal, nasal, inferior ou superior. A partir do momento em que a criança adquire a consciência visual da distância e de seu melhor campo visual, o professor poderá ajudá-la afastando objetos já conhecidos para que ela possa exercitar a focalização em diferentes distâncias e utilizar os esquemas associativos. Por essa razão é que algumas crianças com alteração severa ou moderada, mostram pouco interesse por TV, jogos de vídeo e outros. As crianças com visão à distância prejudicada e alteração de campo visual associada poderão apresentar dificuldades em atividades de jogos corporais e atividades de educação física. Nesses casos, o professor deve elaborar estratégias de adaptação dos objetivos, da atividade e do material de forma que sirva para todos. Por exemplo: no jogo da amarelinha, o traçado pode ser mais largo e com bastante contraste. Mesmo as crianças cegas poderão jogá-lo, desde que as bordas sejam em relevo e haja dado sonoro. Jogos com bolas de alto contraste e guizo poderão beneficiar à todos, permitindo inclusive que a criança cega jogue basquete e futebol em condições de
igualdade. ( http://rscavalcanti.blogspot.com.br/)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

homenagem






Essa foi uma bela campanha que fizemos na EEB Catulo da Paixão Cearense para um aluno de baixa visão que seu sonho era ganhar um video game. Filho de pais cegos, a criança possui deficiência visual que provavelmente no futuro também o levará à cegueira. A escola se mobilizou com a minha ajuda e da professora de artes para realizarmos esse sonho, que foi um sucesso. Todos se prontificaram a ajudar e o resultado foi uma bela campanha para um Natal mais feliz dessa criança. Ganhamos além do video game, TV,cama, colchão, roupas de cama, calçados, brinquedos, material escolar, enfim , tudo que precisava para uma grande festa na escola no dia da entrega, onde todas as crianças participaram, ganhando bolo, cachorro quente e refrigerante, além de um pacotinho de doces doados por uma empresa local. Essa ´a minha paixão pela criança especial!